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Cada atleta na plataforma VolleyBridge aprendeu inglês por conta própria, passou no Duolingo English Test (DET) e no SAT, e construiu seu perfil sem um agente. Esse processo é o primeiro teste de caráter — e eles passaram.
O recrutamento internacional ficou mais fácil de acessar — e mais arriscado ao mesmo tempo.
O problema
A diferença VolleyBridge
Vôlei feminino
O investimento no vôlei feminino universitário nunca foi tão alto. Programas de D1 estão recrutando internacionalmente com urgência — coaches viajam para Europa e América Latina para avaliar uma única atleta.
O Brasil tem uma das maiores e mais qualificadas bases de vôlei feminino do mundo. Atletas sérias, formadas em clubes competitivos, prontas para um programa universitário americano — a maioria nunca foi visível para o recrutamento americano.
A VolleyBridge muda isso.
413+
Atletas brasileiros já jogaram em universidades americanas
167
Programas com alumni brasileiros
D1–JUCO
Cobertura em todas as divisões
100%
Contato direto — sem intermediário
Exemplo de perfil
Cada perfil VolleyBridge mostra o histórico técnico e os sinais de caráter que definem se um atleta vai prosperar no seu programa.
Clube A — Superliga B
Altura
1,87m
3.8
GPA
115
DET
1.240
SAT
Por que quero jogar nos EUA
“Passei 18 meses aprendendo inglês do zero para conseguir passar no Duolingo English Test (DET) e no SAT. Quero levar o que aprendi no vôlei brasileiro para um programa universitário americano e crescer como atleta e pessoa.”
9 anos de vôlei competitivo
Acesso restrito* Perfil de exemplo. Dados reais disponíveis para coaches com acesso aprovado.
Transfer portal
No vôlei feminino, coaches não sabem se terão o mesmo elenco no ano seguinte. A instabilidade do transfer portal é real.
Um atleta brasileiro que aprendeu inglês do zero, passou no DET (Duolingo English Test) e no SAT, e se mudou para um país diferente — esse atleta não abandona o programa por uma oferta com mais NIL. Ele veio porque quis. Isso muda tudo.
Comprometimento real
A jornada até os EUA seleciona os atletas mais motivados por si mesma.
Mentalidade de crescimento
Aprender um idioma do zero e passar em testes exige a mesma disciplina que você quer no seu programa.
Sem agentes, sem ruído
A conversa é direta. O atleta quer jogar; você quer recrutar.
Quem está por trás da VolleyBridge
Rodrigo Gomes
Co-fundador · VolleyBridge
Cresceu no Rio de Janeiro, passou nos testes sozinho e conquistou bolsa integral de D1 na BYU — campeã nacional de vôlei masculino. Foi assistente técnico na BYU e CEO da Northern Virginia Volleyball Association (NVVA).
BYU · D1 · NVVA
Tyvio
Co-fundador · VolleyBridge
Fez o mesmo caminho — chegou aos EUA por conta própria, sem agente. Encerrou a carreira como um dos atletas mais importantes da história da Cal Baptist University, onde foi recentemente induzido ao Hall of Fame.
Cal Baptist · Hall of Fame
Viemos pelo mesmo caminho que os atletas aqui. Construímos a VolleyBridge para que a próxima geração não tenha que descobrir sozinha — e para que você encontre exatamente quem precisa, sem intermediário.
O portal para coaches está em desenvolvimento. Deixe seu email e você será o primeiro a acessar — perfis verificados, filtros por posição e divisão, e contato direto com os atletas.
Acesso gratuito. Sempre.